Qualidade de vida!

Qualidade de vida! Muita gente fala e a deseja, mas, cá entre nós, o que você anda fazendo por ela? Assistindo novelas, seguindo as tendências do mercado, consumindo desenfreadamente e se consumindo junto?

Ok, cada qual faz suas escolhas, mas existem alguns ‘malucos’ que pretendem melhorar a sua, se você quiser, claro, a de outros e as suas próprias vidas!

Uma de nossas colaboradoras garimpou na internet algumas ações radicais de aumento da qualidade de vida. Achou o Draft “um projeto editorial dedicado a cobrir a expansão da inovação disruptiva no Brasil.” Veja link ao final desse texto.

Da missão do Draft: “Geraremos o “who’s who” dessa gente que trabalha com a disrupção em uma mão e com um propósito de vida na outra.

Nosso material de trabalho são os desbravadores, talentos que não vieram ao mundo a passeio. Nossos personagens são os transformadores que tem uma obsessão e que trabalham para uma causa: inventar o futuro. Pessoas que se dedicam a gerar mais e melhores soluções para o planeta e para a sociedade. E que desejam se realizar como profissionais e como seres humanos nesse processo.”


Breno Castro Alves, um dos repórteres do Draft visitou o Instituo Chão. O link para sua matéria está ao final desse texto, logo após nossos comentários.

É uma ideia maravilhosa. Seu sucesso dependerá de não imperar o ‘espírito Gerson’ entre consumidores e produtores. Também do fôlego dos idealistas até que a estabilização de receitas e despesas.

Qual é? Simples: eles vendem produtos a preço dos produtores mais impostos. Lucro do Instituto: zero.

Como? Simples, feitas as contas, os ‘malucos’ concluíram que, para o tão esperado empate, é necessário que, para cada um real consumido, entre trinta e cinco centavos. Ah, então essa é a margem de lucro? Não. Eles não são cobrados, espera-se que os consumidores os ofertem livremente, pois a obrigatoriedade não existe.

Se ‘Gérson’ assumir e os consumidores, já que não são obrigados, não colaborarem, estarão matando a galinha dos ovos de ouro, caindo na obrigatoriedade de pagar muito mais aos supermercados. Há quem realmente precise economizar esses centavos, mas há outros que podem arcar com um pouco mais. Há outras formas de colaboração para que o projeto se mantenha.

Também os produtores não poderão se associar a ‘Gérson’, achando que, já que não estão sendo explorados pelos supermercados (ou pelos atravessadores) resolvam cobrar preços extorsivos e não compreendam que não colaborando com o Instituto estarão se condenando à exploração.

Onde fica? Em São Paulo, mais exatamente na Vila Madalena, Rua Harmonia 123. O espaço fica aberto de quarta a sábado das 10h às 20h. Apareça e coloque um pouco mais de qualidade em sua vida, na de pequenos produtores rurais e, por que não, na dos ‘malucos’ também!

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