Voltando a Curitiba

Voltar a Curitiba é sempre um prazer. É um conforto para os olhos a limpeza da cidade, as ruas arborizadas, floridas, seus monumentos e prédios onde se tem a impressão que cada arquiteto está em eterno concurso com os outros e consigo mesmo para ver o que de mais bonito ele pode construir. Não encontramos aqui a monotonia dos caixotes tão comum em muitas capitais brasileiras. Seu movimento cultural é enriquecedor.

Voltar só ou conduzindo turistas é sempre uma alegria e descoberta de novidades. Dessa vez, em grupo, não pudemos deixar de comemorar na Santa Felicidade. Momentos descontraídos, descompromissados, alegres e musicados.

Não pudemos contar com nosso sempre carinhoso parceiro José Oliva, à época super atarefado com a reparação de seu novo cd e trabalho. Não deixamos, entretanto, de distribuir para cada integrante de nosso grupo, como brinde, suas palavras escritas em uma de suas caixinhas de atitude.

Temos várias de sua coleção. A última que obtivemos foi a “Abra para Tomar uma Atitude. Leia para Ter a Vida nas Mãos”. São 40 sugestões. Uma para cada semana. As primeiras que abri aleatoriamente pareceram-me formar uma história de atitudes que o José escreveu especialmente para mim: arrojada, organizada, solidária, sustentável, eficaz, de amar, questionadora... Uma breve história (ou caminho?) até a Felicidade. Santa!

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