Homeopatia (2)

Na homeopatia os remédios são feitos não apenas com ervas medicinais. Também podem ser usados produtos: biológicos, animais ou até mesmo minerais.

Diz-se que o medicamento homeopático não faz mal a ninguém. Na verdade ele vai bem além disso. Para a homeopatia, a doença é uma alteração do estado de saúde, ou seja, uma desordem da força vital do paciente. É, portanto aí que se deve agir. Assim, não se considera, apenas, os vírus, as bactérias e as disfunções orgânicas, há uma cuidadosa atenção aos sintomas gerados (visíveis ou encobertos). Daí o longo questionamento que o médico homeopata usa, inclusive sobre coisas que o paciente, às vezes, não vê a menor relação com a sua dor.

A partir dessa observação é possível preparar um remédio onde plantas ou outras substâncias possam agir sobre a força vital do paciente e, naturalmente, restabelecer o organismo.

As pesquisas práticas e experimentações no homem sadio mostraram que o medicamento aumenta sua potência quando diluído e energizado. As diluições sucessivas resultam em menor quantidade de substância inicial e maior potência na força medicamentosa. É o princípio da Dose Mínima.

Para preparar o medicamento adiciona-se à substância usada um veículo que pode ser o álcool neutro ou a lactose (açúcar do leite). Segue-se a sua dinamização, que é obtida por agitação feita de forma padrão alcançando-se a "Potência 1". Repetindo-se a operação obtém-se a "Potência 2". Novas repetições levam a potências mais elevadas. Para que se saiba a potência do medicamento basta, ao comprá-lo na farmácia, observar o número que vem após seu nome.

Flávia Frazão de Souza é Farmacêutica (CRFRJ 4840) e atual responsável técnica pela Farmácia Mil Anos - (21) 2742-9026 - Teresópolis/RJ.

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